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Tuesday, 21 December 2010

Veja o vídeo "Maranhão, seu contexto, seus conflitos"

 

Fonte: FASE

 

UTE de Itaqui: Energia "suja' em São Luís/MA(Foto arquivo Fórum Carajás)


As últimas décadas têm acirrado inúmeras lutas socioambientais no estado do Maranhão: desde a implantação da Alumar na década de 80, passando pela implantação do pólo siderúrgico. No momento, para a região litoral nordeste do Maranhão, prevê-se a instalação de uma refinaria, um oleoduto, a ampliação de portos, uma siderúrgica, uma termelétrica e um projeto de reflorestamento com eucalipto: os chamados grandes projetos. 
 
Os maiores atingidos pelas ações desses grandes projetos, em decorrência da área onde se instalam, são moradores de comunidades tradicionais como quilombolas, indígenas e extrativistas. 
 
Vários são os movimentos e entidades que têm como pauta a defesa dessas populações e do meio ambiente. Em “Maranhão, seu contexto, seus conflitos”, representantes de movimentos sociais, associações de moradores e grupos populares de diferentes regiões do Maranhão, identificam conflitos que impactam a sociedade maranhense. 
 
Além disso, revelam sua inquietação na luta contra as ações de empresas mineradoras, siderúrgicas, monocultivos e até setores do governo, que alijam a população de seus direitos em nome de um modelo de desenvolvimento que não vislumbra e não respeita sua identidade, seu território e seus modos de vida.
 
Para ver o video na íntegra, clique aqui

Sunday, 17 October 2010

Vale prepara maior expansão da história em Carajás

Fonte: Portal Stylo

http://www.jornalstylo.com.br/images/noticia/20100726115049_8rybn4gfjrz6mdt9a0rffxanc.jpg?KeepThis=true

Com produção de 240 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano, a Vale é a maior do mundo no setor. Nos próximos anos, a empresa deve se isolar ainda mais na liderança. A empresa está em fase de licenciamento de uma nova mina de ferro.

Batizada de S11D, ela é a considerada a maior da história da Vale. Quando estiver em operação, em 2013, vai despejar 90 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano no mercado, mais de um terço da produção de minério de ferro da Vale no ano passado e a mesma capacidade da maior mina a céu aberto do mundo, instalada na Serra dos Carajás, no Pará.

Para tirar o negócio do papel, a mineradora vai gastar US$ 11,3 bilhões (R$ 19,9 bilhões), o dobro de seu lucro em 2009. O alto investimento tem explicação: relatório divulgado na semana passada mostra que, nos próximos cinco anos, o consumo mundial de minério de ferro deve atingir 1,7 bilhão de toneladas ao ano, aumento de 70% em relação a 2010.

Produzido pela Global Industry Analysts (GIA), o estudo mostra que o aumento no consumo de minério de ferro é puxado pelo crescimento da economia de países emergentes, em especial a China. Entre os setores que mais usam minério de ferro estão o automotivo e a construção civil.

No primeiro semestre deste ano, os chineses compraram 1,8 milhão de automóveis novos, ou quase 60% das vendas de carro no Brasil no ano passado, quando o mercado bateu recorde por causa da redução de impostos. Já no setor imobiliário, o governo chinês estabeleceu como meta para 2010 a construção de três milhões de apartamentos populares. É um número 50% maior do que o previsto na segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

A Vale ainda não revela detalhes da nova mina. Sabe-se que ela está localizada em Canaã dos Carajás, cidade de 23 mil habitantes no sudeste do Pará, e que terá quase a mesma capacidade de produção da mina da Vale no Complexo de Carajás. Descoberta em 1967 e inaugurada em 1985, ela foi concebida para produzir 35 milhões de toneladas ao ano.

Com o crescimento da economia brasileira e os efeitos positivos da globalização, a empresa teve que fazer adaptações na linha de produção para atender à demanda do mercado. As mudanças surtiram efeito. Até o final do ano, a expectativa é de que a produção atinja algo em torno de 110 milhões de toneladas anuais.

Cerca de um terço das 240 milhões de toneladas de minério de ferro produzidas pela Vale no ano passado saíram das minas instaladas na Serra dos Carajás. Isso faz com que o produto seja o mais importante do portfólio da empresa. Em 2009, as vendas de R$ 25,2 bilhões de minério de ferro responderam por pouco mais da metade da receita operacional da Vale.

O fato de ser a maior produtora de minério de ferro do mundo ajudou a empresa a ficar no segundo lugar entre as companhias que mais lucraram no ano passado. Com lucro de US$ 5,5 bilhões, a Vale ficou atrás apenas da Petrobras.

A S11D está em fase de licenciamento e de cotação de equipamentos e serviços. Do total de US$ 11,3 bilhões que serão investidos no projeto S11D, mais da metade será usada para aumentar a infraestrutura e a logística.

A ferrovia de Carajás, usada para transportar o minério até os portos, vai ganhar mais 100 quilômetros de extensão, até Canaã dos Carajás, onde será instalada a nova mina. Já a estrada de ferro atual, que liga Parauapebas a São Luis, no Maranhão, terá 605 dos 892 quilômetros de trilhos duplicados.

Ao mesmo tempo, o Terminal Marítimo de Ponta de Madeira, onde acontece o transbordo do minério de ferro nos navios que levam o produto para o exterior, vai ganhar mais um píer. Até 2015, a capacidade de embarque vai aumentar para 230 milhões de toneladas ao ano, quase o dobro da capacidade atual.

Friday, 14 May 2010

Carajás: dilema do desenvolvimento sustentável


Carajás: dilema do desenvolvimento sustentável

Fonte: Forum Carajás

Encravada no coração da floresta amazônica, a maior mina de ferro a céu aberto do mundo não criou a riqueza e qualidade de vida esperadas

O buraco é tão largo e fundo que, de longe, os caminhões parecem formigas. Pequeninos, são pontinhos andando de um lado para o outro em fila, passando carregados de forma ordenada, ininterrupta. De perto, são monstros de 6,5 metros de altura, mais de 8 metros de largura e 13 metros de comprimento. Só a roda tem 3 metros, praticamente a altura de dois fuscas, um em cima do outro. Bem vindo a Carajás, a cratera gigante tida como maior mina de ferro a céu aberto do planeta.


Os caminhões, que parecem formigas de longe, tem rodas de 3 metros, praticamente a altura de dois fuscas, um sobre o outro

O principal pólo de extração de minério de ferro do Brasil fica dentro da Floresta Nacional de Carajás, no sudeste do Pará. Trata-se de um projeto de escavação comandado pela empresa Vale bem no meio de uma área preservada de 411 mil hectares. Para chegar até ao ponto em que é possível avistar as escavações é necessário percorrer mais de 35 km de mata, uma das poucas da floresta amazônica que ainda resiste à destruição provocada pelo avanço da pecuária e de madeireiras na região. A reserva fica localizada bem no Arco do Desmatamento, fronteira assim chamada devido à velocidade com que a derrubada de árvores vem acontecendo. Ao redor da Floresta Nacional de Carajás, a paisagem é uma constante de fornos de carvoarias, troncos derrubados empilhados e pastos selvagens.

Não que a paisagem do alto do ponto de observação da lavra N5, uma das cinco abertas em Carajás, seja bonita. No coração da reserva, as árvores dão lugar a um chão de cascalho tom ferrugem que esfarela na mão. Ao redor, montanhas de terra e ferro empilhados, em tons que variam entre preto, vermelho, marrom e amarelo. O cenário é surreal. Os tais caminhões, cada um com capacidade para transportar 240 toneladas, não param. Literalmente. Até de noite, iluminados por holofotes alimentados por energia solar durante o dia, os operadores mantém o ritmo de extração. Um movimento constante para alimentar a exportação de minério de ferro do Brasil para América do Norte, Ásia, Europa e Oriente Médio.


Os trens chegam a ter mais de 3,9 km de comprimento e não são poucos os acidentes fatais envolvendo homens e animais no percurso de 892 km

O transporte é outro desafio. Do município de Paraupebas, no Pará, onde fica a reserva florestal e a mina, o minério é transportado pelos 892 km da Ferrovia de Carajás até o Porto do Itaqui, em São Luís, no Maranhão, de onde segue para o exterior. Ver o trem carregado passar impressiona tanto quanto ver os caminhões da altura de casas. São composições que chegam a ter mais de 3,9 km de comprimento, seqüência interminável de 330 vagões transbordando de minério de ferro, cada uma puxada por 4 locomotivas distribuídas pela composição. Em 1997, quando a Vale foi privatizada, a ferrovia passou a ser controlada pela empresa graças a uma concessão por 30 anos, que pode ser renovada por mais 30.

Preservação ambiental

A Ipomoea cavalcantei é uma pequena flor vermelha ameaçada de extinção. Trata-se de uma das plantas que compõe a savana metalófita, vegetação típica de regiões rochosas com alta concentração de ferro, como Carajás. Esta flor e diversas outras espécies são endêmicas, ou seja, só existem na região. E, por isso, estão ameaçadas pelo aumento constante na velocidade da extração de ferro. Ao mesmo tempo em que a Vale, por meio de parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), tem papel decisivo na preservação da Floresta Nacional de Carajás, ela é também responsável pela extinção em curso de todo um ecossistema – mesmo com cuidados que incluem até o lançamento por meio de helicópteros de coquetéis de sementes para tentar recompor a área destruída para retirada do ferro.


“Esta é uma questão ambiental delicada. A savana metalófita é muito rara e foi basicamente extinta em Minas Gerais. Hoje está ameaçada com esse modelo de explorar a totalidade dos recursos com a maior eficiência e velocidade possíveis. Em termos ambientais, seria muito ruim se acontecesse a extinção”, diz Frederico Drummond Martins, representante do ICMBio responsável pela Floresta Nacional de Carajás. É ele quem coordena uma equipe de apenas 13 funcionários responsáveis por fiscalizar mais de 1 milhão de hectares de floresta. Não fosse o apoio da Vale, o órgão público teria dificuldades em monitorar todo o conjunto. São cinco unidades de conservação distribuídas ao redor da mina a céu aberto, que resistem à pressão provocada pela pecuária.

“Uma imagem de satélite mostra muito bem o contraste entre a área desmatada e a área da Floresta. O Arco do Desmatamento passou com muita agressividade na região”, resume Martins, que elogia o apoio da empresa, apesar de fazer ressalvas. “A mineiração é um processo organizado, não é como a pecuária. Tem um impacto, mas ele é localizado. Uma área da mata é substituída pela mina e pronto. Este é um aspecto. Por outro lado a mineração trás um fluxo migratório grande, que se estabelece na cidade e cria uma pressão na área do entorno, caça, desmatamento, incêndios”, afirma.

Do alto, é possível ver a diferença entre a área ainda preservada

e a que foi destruída pelo Arco da Devastação

Ele é crítico em relação ao modelo de extração de ferro adotado na região. “Um projeto desse tamanho trás benefícios para o Brasil. Gera valores, empregos, isso é inquestionável; mas do ponto de vista da distribuição há problemas. Temos uma riqueza natural fabulosa, reservas de cobre, de manganês, e tudo isso fica muito concentrado. Não se vê uma distribuição da riqueza gerada”, defende. “Esses recursos poderiam estar sob um controle social maior, mais bem distribuídos. Para aproveitar o momento de mercado, a exploração tem que ser muito intensa e não há preocupação estratégica, planejamento a longo prazo. E tem a questão ambiental, a ameaça de extinção com esse modelo de explorar a totalidade do recurso com a maior eficiência”, completa.

Exploração

O responsável pela preservação da Floresta Nacional de Carajás não é o único a apontar problemas na maneira como a extração de minérios tem acontecido na região. A velocidade crescente com que a Vale tem enviado o ferro brasileiro para o exterior e os valores envolvidos nas exportações têm despertado a atenção das autoridades. Em março, durante evento em São Paulo, o vice-presidente da República, José Alencar, comparou a extração de minérios à exploração de petróleo e defendeu que a Vale deveria pagar royalty.


“A constituição prevê com clareza que o subsolo é um bem da União. A mineração deveria ter o mesmo tratamento que o petróleo. Minério de ferro deveria ter o mesmo tratamento, mas não paga nada, não paga nem um royalty, ao passo que petróleo paga, e é pesado”, afirma. “Temos exportado minério de ferro em grande quantidade. É preciso que pese sobre esse minério um royalty para que possamos desenvolver as regiões que são levadas a produzir minério de ferro. Todo mundo sabe em que se transformam essas regiões”, afirmou (ouça o vice-presidente).

A Vale alega contribuir constantemente para o desenvolvimento sustentável dos territórios onde atua e diz que “em 5 anos o investimento na área sócio-ambiental cresceu quase 400%”. Segundo dados da empresa, entre 2005 e 2009, quase US$ 3 bilhões foram destinados a projetos sócio-ambientais. Na cidade vizinha à maior mina de ferro a céu aberto do mundo, porém, não faltam críticas. O prefeito de Paraupebas, Darci Lermen, reclama que os números divulgados pela empresa não correspondem ao real volume de exploração e há anos briga na Justiça pelo pagamento de mais impostos. Não se cansa de repetir que “não há fiscalização, quem diz quanto vendeu é a companhia” e que “gosta tanto da Vale que queria que ela voltasse a ser estatizada”

Responsabilidade social

O principal imposto pago pela companhia é a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). As divergências quanto ao pagamento desta taxa, porém, levaram o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) a acionar a Justiça contra a empresa. Em entrevista ao “IG” o diretor-geral do órgão, Miguel Nery, falou até em cancelar o direito de exploração da mineradora devido à evasão de impostos.


Ex-governador do Maranhão lamenta que a empresa não tenha que pagar imposto pelas toneladas de ferro atravessam diariamente o Estado.

O ex-governador do Maranhão, o médico Jackson Lago (PDT) reclama que, em função da Lei Kandir, de 1996, a companhia não paga Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o estado por onde o minério é escoado. “Há 40 anos se dizia que o Maranhão não seria mais um estado pobre por causa do Projeto Carajás. O que é o projeto até hoje? Uma mina no Pará, uma ferrovia de 900 km que termina no Porto Itaqui, em São Luis, que é o porto mais próximo da Europa e dos Estados Unidos e só. Esse minério atravessa o Maranhão e, graças a Lei Kandir, não paga ICMS. Não fica um tostão por aqui”, diz Lago. “Esses projetos não melhoraram em nada a qualidade de vida da população. Queremos sim grandes empreendimentos, mas com mais responsabilidade social”, afirma. A empresa alega que vem investindo constantemente e que, só em 2009, destinou US$ 1,224 bilhão no Estado, sendo US$ 26,3 milhões em investimentos sócio-ambientais. Também ressalta que os projetos que desenvolve geraram cerca de 3.400 empregos em canteiros de obras.

Por: Daniel Santini é repórter e estuda jornalismo internacional na PUC-SP. Esteve em Carajás em janeiro 2009 a convite dos organizadores do Fórum Social Carajás, evento que antecedeu o Fórum Social Mundial e que reuniu intelectuais, jornalistas e representantes de movimentos sociais de mais de 20 países diferentes em um debate sobre os problemas e perspectivas da região.

Saturday, 27 February 2010

Anunciados investimentos milionários canadenses em busca de ouro no Maranhao

DNPM garante apoio às mineradoras que estão se instalando no MA

Fonte: Fórum Carajás

Empresas citadas: Jaguar Mining Inc. e Luna Gold Corp
Municîpios: Centro Novo do Maranhao (mina "Chega Tudo") e Godofredo Viana (Projeto Aurizona)

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) está intensificando sua atuação com vistas a garantir o apoio técnico necessário aos grandes empreendimentos do setor de mineração que estão se instalando no Maranhão. De acordo com o superintendente do 22º Distrito do DNPM/MA, Jomar Feitosa, uma verdadeira força-tarefa composta por técnicos do órgão está atuando na área de instalação do Projeto Aurizona, no município de Godofredo Viana, fazendo a reavaliação da reserva, fiscalização de relatório final de pesquisa e a Emissão de Posse da Lavra do projeto.

O título de lavra será entregue pelo DNPM aos representantes da empresa Mineradora Aurizona no próximo dia 3 de março, na área do projeto. Além de Jomar Feitosa e técnicos do órgão que atuaram na área, a solenidade contará com a presença do secretário Washington Rio
Branco (Meio Ambiente) e do superintendente do Ibama no Maranhão, Alberto Chaves Paraguassu.

Jomar Feitosa explicou que, nos últimos anos, o setor de mineração no Maranhão deu um salto de crescimento muito grande, proporcionando benefícios econômicos para o estado e a melhoria do IDH de várias regiões. Ele citou como exemplos as duas grandes empresas mineradoras Aurizona e Jaguar, com atuação na extração de ouro, que, juntas, vão gerar no Maranhão quase três mil empregos diretos e indiretos.

A Mineração Aurizona, empresa controlada pelo grupo canadense Luna Gold Corp, já está em fase de testes para a produção da sua primeira mina de ouro no estado, localizada no município de Godofredo Viana, no oeste maranhense. A empresa produzirá 3 mil quilos de ouro por ano. A produção completa na usina de beneficiamento do mineral será iniciada em março. Os investimentos no projeto somam R$ 100 milhões, entre pesquisas e obras.

Já a empresa Jaguar Mining atuará em uma mina de ouro localizada no município de Centro Novo do Maranhão, conhecida como “Chega Tudo”. Com previsão para iniciar as obras da usina de beneficiamento em meados de 2011, o projeto deve gerar cerca de mil empregos na fase de construção, com investimentos de R$ 280 milhões nos próximos cinco anos como parte do Projeto Ouro Gurupi.

Jomar Feitosa explicou que o DNPM está ciente da sua enorme responsabilidade neste processo e que vem desempenhando suas funções dentro da competência atribuída ao órgão, que não é somente fiscalizar, mas também fomentar a atividade mineral no estado.

Além dos técnicos estarem atuando nas atividades de campo das mineradoras, a Superintendência do DNPM no Maranhão tem feito gestões junto ao Ministério das Minas e Energia para que seja construído um “linhão” de abastecimento elétrico de energia para o projeto Aurizona, que está sendo alimentado por geradores.

Novo prédio

O trabalho que vem sendo desenvolvido pelo DNPM no Maranhão se tornará ainda mais eficiente a partir do mês de junho, quando o órgão passará a funcionar em um prédio mais moderno e melhor estruturado, localizado na Rua Rio Branco, onde funcionou a antiga Sudene. O pleito foi feito pelo superintendente Jomar Feitosa ao ministro Edison Lobão (Minas e Energia), no qual foi prontamente atendido.


Por: O Estado do MA
http://imirante.globo.com