Monday, 10 August 2009

Governo brasileiro retomando o controle sobre a Vale?


Nota do blog: Trata-se de matéria bastante curiosa, (assim como os respectivos comentarios dos leitores) publicada recentemente em jornal de Sudbury, Canada, sobre o eventual interesse do governo brasileiro em retomar o controle sobre a Vale, conforme especulacoes da coluna de Lauro Jardim, da Revista Veja, em 01/8/2009.



Brazilian president takes aim at Vale S/A

Posted By Denis St. Pierre, The Sudbury Star

Aug 5, 2009


The Brazilian president's reported denunciation of huge job and investment cuts by mining giant Vale SA is being praised by the United Steelworkers union, which also decries the absence of such a position by the Canadian and Ontario governments.

"Good on Lula, bad on the Canadian government," Steelworkers District 6 director Wayne Fraser said Monday in response to news reports about Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva.

Lula, Brazil's first-ever working- class president, wants his government to take control of Vale SA, the country's largest newsmagazine reported on the weekend.

According to the report, Lula is upset with what he considers unnecessary job cuts and curtailing of investment plans by Vale SA's chief executive officer, Roger Agnelli.

Lula asked officials to find a legal way to ensure the government controls Vale through the investment arm of Brazil's state development bank and its state-controlled employee pension fund, the magazine Veja reported, without identifying its sources.

Valepar SA, the company that controls Vale, is owned by a combination of the employee pension fund of Banco do Brasil SA; Bradespar SA, an industrial holding company; Mitsui and Co., Japan's second-largest trading company; and BNDES Participacoes SA.

Vale declined to comment on the report, a company spokesperson told Bloomberg.com on the weekend.

Nor did Lula's press office return calls, Bloomberg said.

On Monday, the Steelworkers' Fraser said he is not surprised that Brazil's president would denounce what he characterized as Vale's attacks on workers and their communities, in various countries.

"Lula has said to all the Brazilian multinational companies, 'if you're moving into other countries, you're representing Brazil in these countries and the reputation of Brazil is at stake with everything you do,' " Fraser said.

"Agnelli's cutting thousands of jobs, not just here but in Brazil and elsewhere and that's not going over too well. It's their disrespect for their employees, be it in Brazil or Canada or South Africa, that is the issue here and at least the president of Brazil appears to think that's important.

"It would be nice to see our leaders, whether it's (Ontario Premier Dalton) McGuinty or (Prime Minister Stephen) Harper, say, 'this is enough; it's time to get back to the bargaining table.' "

About 3,100 members of Steelworkers Local 6500 in Sudbury and another 125 members of Local 6200 in Port Colborne have been on strike against Vale Inco since July 13. The workers have rejected the company's demands for changes to their bonus system, pension plan and seniority rights.

About 120 to 150 Steelworkers members, employees of Vale Inco's operations in Voisey's Bay, Nfld., went on strike Saturday.

Meanwhile, Steelworkers members from Sudbury and from Vale Inco's operations in Thompson, Man., are in Port Colborne today for a rally at the union's picket line in the southern Ontario community.

"Basically, our entire bargaining committee is here to meet with the Local 6200 strikers and local residents and politicians who support our fight," said Local 6500 president John Fera.

"It's important to make sure that everybody knows that we in Sudbury and Port Colborne and Voisey's Bay are not fighting in isolation, that we are united in this."

United Steelworkers members from Sudbury travelled to Brazil on the weekend and another local delegation is headed to the South American country next week.

The trips are part of the Steelworkers campaign against Vale's actions and the union's ongoing collaborations with other international labour groups, Fraser said.

Friday, 7 August 2009

Video: Canadian miners strike global giant


This blog recommends a 10-minute video about the fight of Canadian miners who are currently on strike against giant Brazilian mining company Vale. The video was produced by The Real News.

Click HERE to watch the video (in English, no subtitles)

Consulta a sindicatos se torna obrigatória para a concessão de licenças ambientais

Por Adauri Antunes Barbosa
O Globo - 07/08/2009

Portaria do ministério e do Ibama permite que entidades opinem no processo de licenciamento de empreendimentos


SÃO PAULO. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou ontem portaria conjunta de sua pasta e do Ibama que permite às entidades sindicais de trabalhadores opinarem no processo de licenciamento ambiental de um empreendimento empresarial.

Segundo a portaria - assinada durante o 10º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo -, os empreendedores ficam obrigados a incluir no Estudo de Impacto Ambiental e no Relatório de Impacto Ambiental (Rima) capítulo específico sobre "alternativa de tecnologias limpas para reduzir os impactos na saúde do trabalhador e no meio ambiente, incluindo poluição térmica, sonora e emissões nocivas ao sistema respiratório".

- Todos os licenciamentos têm programa de mitigar em relação à fauna, mitigar em relação à flora. Mas não têm de mitigar em relação à saúde do trabalhador. Então, a gente está introduzindo, no que já existia, a ecologia humana. Acho que é um avanço - disse Minc.

Além da portaria, Minc assinou também um protocolo com a CUT para que a central instale, em no máximo 60 dias, um fórum nacional de debates de questões ambientais, para o qual serão convidados representantes de outras centrais sindicais. O presidente da CUT, Artur Henrique dos Santos, lembrou que no congresso da entidade, que termina hoje em São Paulo, estão sendo criadas as secretarias nacionais de Meio Ambiente e de Saúde do Trabalhador da entidade.

Ministro afirma que medida não atrasará processo

Perguntado se a medida não vai contra a posição do presidente Lula, que frequentemente critica os excessos da legislação ambiental que atrasam a liberação de projetos, inclusive do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Minc disse que não haverá atraso de nem um dia nas licenças.

- Essa portaria não atrasa um dia nenhuma licença. Zero de atraso. As pessoas vão ter o direito de saber o que respiram, vão ser ouvidas, vão poder pegar os resultados, vão poder acompanhar - garantiu o ministro, falando de medidas já tomadas pelo ministério, que tornam os licenciamentos ambientais mais ágeis sem "afrouxar rigorosamente em nada o vigor".

De acordo com a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), não há problema em consultar também os trabalhadores, uma vez que já são parte envolvida e contemplada no impacto ambiental retratado no Rima. Mas, de acordo com Nilton Fornasari Filho, gerente do Departamento de Meio Ambiente da Fiesp, a falta de especialistas na área nos sindicatos e nas centrais sindicais dos trabalhadores poderá fazer com que haja atraso na liberação dos projetos.

- O que nos preocupa é que vai haver mais uma instância, o que pode levar a mais demora na aprovação de um licenciamento ambiental. É preciso ver também se vai haver pessoal capacitado para avaliar os relatórios e estudos ambientais - disse o representante da Fiesp.

Para Minc, no entanto, mesmo estando o empreendedor obrigado a informar e esclarecer aos trabalhadores "as condicionantes estabelecidas na licença de instalação", não haverá atraso nos licenciamentos.

- Vai ter um prazo para (as entidades sindicais) se manifestarem. Enquanto isso outros pontos do licenciamento estão andando em paralelo, quer dizer, o licenciamento ambiental não cessa para as centrais sindicais se manifestarem. São processos simultâneos, um não interfere no outro.

Thursday, 6 August 2009

Urgente - Represión en Chile

Hoy 6 de agosto el gobierno de Chile, se vuelve contra nuestro pueblo, con el fin de proteger los intereses económicos de MINERA LOS PELAMBRES. Hoy tratan de de detener a mi gente solo por defender el derecho fundamental de vivir en un medio ambiente libre de contaminación. Nos levantamos, y dijimos basta debido al ultimo accidente de MLP, que derramó concentrado de cobre y otros minerales a las aguas de regadio y consumo del Rio Choapa, dejando comunidades completas sin este vital elemento. Hoy llegan las fuerzas especial reprimiendo a mi gente movilizada atacando comunidades, niños, mujeres, ancianos, sin consideración y respeto por nuestro pueblo. Ese el gobierno que tenemos, que se comprometió atraves de la gobernadora del Choapa a no mandar fuerzas. Hoy nos mintió y fuimos engañados y además reprimidos. Solicitamos su solidaridad para difundir esto y ayuden de esta forma a mi gente. Gracias.
Comunidades del Choapa
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Estas son radios locales de Salamanca e Illapel y se escucha on-line este es el comunicado nuestra gente esta siendo reprimida por las fuerzas especiales de Carabineros de Chile, estamos desde el domingo en esto con nuestros compañeros del valle.